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  • Debates Eleitorais 2026: Catarina Martins V.S. Henrique Gouveia e Melo

    JT
    · (há 2 meses)
    pt-PT

    Melo tenta usar ML como um insulto.

    Melo é pela propriedade privada, pela exploração do Homem pelo Homem.

    Melo quer conhecer os fascistas. Ele claramente não quer saber de «perigo para a democracia» nenhum.

    «Não são os particulares que têm de resolver o problema.»

    Pois. Eles são o problema.

    A habitação nos países realmente socialistas provavelmente era melhor do que a situação atual em Portugal e no mundo. Os «sistemas que já foram testados, com maus resultados». Deve estar a referir-se ao capitalismo, porque existem pessoas a dormir na rua.

    «Mas que eu saiba, não há nenhuma guerra», disse Gouveia e Melo. Existem várias, e a NATO e a UE fazem parte do problema:

    • Palestina;
    • Sudão;
    • Ucrânia;

    Se “não há nenhuma guerra”, pensemos pelo menos como o Chanceler da Alemanha: «Não estamos em guerra, mas não estamos mais em paz».

    E não vão ser mais armas a trazer a paz. Os países da NATO na Europa têm 3 vezes os gastos da Rússia (país em guerra) em despesas militares.

  • Debates Eleitorais 2026: Henrique Gouveia e Melo V.S. João Cortim de Figueiredo

    JT
    · (há 2 meses)
    pt-PT

    Cortim, mais um autoritário, mas neoliberal.

    Henrique Gouveia e Melo é social democrata, e não um “apolítico”.

    Cortim diz que o novo pacote laboral «é favorável a ambos», trabalhadores e empresas. Deve ser exatamente por isso que os trabalhadores convocaram uma greve geral. Mas o pacote laboral serve para «preparar […] para uma realidade que vai ser bastante diferente nos anos vindouros». E os anos agora? Tem pessoas a dormir na rua. A nova legislação laboral vai «criar empregos», empregos precários. A única flexibilidade que o Cortim defende do novo pacote é a flexibilidade da exploração. O outro não quis dar a entender se apoiava a mesma flexibilidade. Vou interpertar como um “sim, eu apoio”.

    «Eu saberei resistir a todas e quaisquer pressões que me façam desviar ou que me queiram fazer desviar do interesse supremo dos portugueses».

    Foi o que o Cortim disse no início. Porém, Cortim está a favor de mandar pessoas para matar e serem mortas, não resistindo às pressões imperialistas da NATO.

    O outro, se está a favor, ninguém sabe, mas imagina-se…

  • Debates Eleitorais 2026: António Filipe V.S. Luís Marques Mendes (25 de novembro 1975)

    JT
    · (há 2 meses)
    pt-PT

    O que eu entendo é que tratam o 25 de novembro como se tivesse sido apenas uma derrota para o PCP, mas na realidade quem saiu a perder foi o povo, e a culpa foi do PCP porque preferiram preservar a legalidade do partido para poder de certa forma controlar o proletariado. Por isso claro que o PCP não vai celebrar essa data.

    Mas a celebração na mesma é problemática. Foi quando o poder passou para o parlamento burguês, seguido de pedidos de empréstimos ao FMI, entrada na CEE (UE) e NATO.

    «Foi uma data que evitou que Portugal tivesse saído de uma ditadura, não caísse numa ditadura de sinal contrário»

    Não comparem fascismo com uma ditadura do proletariado!

    E também não comparem o 25 de abril com o 25 de novembro, não são as duas «igualmente importante».

    «Os ideais do 25 de abril» são revolucionários, não uma democracia burguesa nacionalista.

  • Debates Eleitorais 2026: António Filipe V.S. Luís Marques Mendes

    JT
    · (há 2 meses)
    pt-PT

    Marques Mendes quer manter a estabilidade com pessoas a dormir na rua.

    «Os portugueses gostam da democracia», mas não é desta: 40% de abstenção. A liberdade de escolha entre público mal financiado e o privado que não dá para pagar?

    A linda contradição de acabar a guerra com «um reforço» para a guerra (NATO).

    A história do agressor e o agredido. Só condenam o agressor e falam das leis internacionais que lhes interessa. Para outras guerras eles não têm pressa para dizer quem é quem.


    Primeiras impressões sobre a representação do partido comunista:

    • Ser comunista, mas «nada contra a propriedade privada»;
    • Ser comunista, mas defender os interesses nacionais ao invés dos interesses internacionais, esqueceram-se de que a classe trabalhadora não têm um estado;
    • Devia deixar ainda mais claro que está no lado de todos os trabalhadores (ucranianos, russos ou outros) que estão a ser afetados pela guerra, e que está contra todas as forças imperialistas envolvidas: os oligarcas russos, a NATO e a UE, e a burguesia ucraniana. Que entre Putin e Zelensky, condena os dois.
  • Debates Eleitorais 2026: António José Seguro V.S. André Ventura

    JT
    · (há 2 meses)
    pt-PT

    O Ventura é contra o sindicalismo. Mas é claro. Eles têm medo de quando não conseguem ter autoridade sobre quem está por baixo e quando quem está por baixo é que toma as decisões.

    O Ventura quer compensar quem perde com a greve, que são principalmente os patrões.

    Quer que o presidente tenha mais poderes. A caminho da ditadura, como na altura de Américo Tomás, o fascista, colonizador. Ele quer autoritarismo. Já era de esperar do líder dos conservadores fascistas.

    • Partido de esquerda = União Soviética;
    • Xenofobia: «imigrantes são bandidos»;
    • «Vou ser presidente dos portugueses do bem».

    Irónico a comparação com a União Soviética como um insulto seguido do desejo por um estado com o que teve de pior na URSS: autoritarismo, burocracia, menos democrático e o controlo opressivo do estado.


    Sobre o Seguro, mostra-se contra o pacote laboral, mas o PS deixou passar o OE.

  • Só podem estar no gozo!

    · (há 2 meses)
    pt-PT

    Decidem fazer greve geral só depois do Orçamento de Estado já estar aprovado basicamente, e depois do dia 27 de novembro.

    “Vamos parar tudo por 1 dia, amanhã voltamos a ser explorados”.

    “Melhores salários” sim, mas o capitalista continua com mais-valia. “Mais direitos” sim, mas faltou a parte de dar poder ao trabalhador e tirar o poder dos capitalistas.

    Dia 11 de dezembro, uma sexta-feira. Podiam ter escolhido véspera de Natal ou final do ano civil (já que é para ser para depois da aprovação do orçamento) que chamava mais a atenção, penso eu, e teria mais impacto.

    Depois é claro que têm pessoas que se abstém, vêm que não vai mudar o sistema e vão continuar na mesma.

    E ainda acabaram em grande, “A Internacional” seguido d‘“A Portuguesa”. A contradição.