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Publicações – 8 de dezembro de 2025

  1. Debates Eleitorais 2026: António Filipe V.S. Jorge Pinto

    A escolha aparenta existir, mas quando ela é entre a eutanásia e sobreviver num sistema capitalista que não quer saber de ti e que não te deu as condições para evitar que chegasses a esta situação, então não há liberdade de escolha na realidade.

    Não dão uma vida digna no início para depois no fim oferecerem um “assassinato” legal “digno”.


    Para Pinto, o único bloco imperialista bom é o da UE e quer fazer parte dele.

    «É a favor do uso dos chamados ativos russos […] para ajudar a Ucrânia reparar os prejuízos da guerra dos ucranianos?»

    O dinheiro que seria para a reconstrução da Ucrânia obviamente não ia diretamente para o povo que lá vive, mas sim para o seu governo — que nem social-democrata é, é neoliberal, e é pela maioria europeísta, e por isso até faça sentido a UE querer dar esse dinheiro — que vai geri-lo da forma que quiser. E se for gerir da mesma forma que os outros países da UE, o dinheiro vai para belicismos, e pouco para o que interessa às pessoas.

    Filipe a mencionar o Vaticano como quem faz esforços para acabar com as guerras é muito errado. Nunca foi promotor da paz. Esteve do lado do colonialismo e dos fascistas. Ajudou a reprimir a luta de classes na Itália, e provavelmente em muitas outras partes do planeta. O Vaticano serve o capital.

    O Lula da Silva também não faz esforços nada para acabar com guerras. O Brasil é imperialista, e é capaz de ajudar os dois lados do conflito.

    Ajuda a NATO assim, e com certeza ajuda a Rússia e/ou Israel de outra forma.

    Chamar conflitos complexos é uma forma de fazer com que as pessoas não se deem ao trabalho de ir entendê-los. Talvez porque entender os conflitos ia criar revolta contra quem os chama complexos.

    Pinto não é pacifista como ele diz ser. Ele é a favor do rearmamento e por isso da guerra. Não importa qual é a paz para a classe trabalhadora que vive na Ucrânia, porque esses já estão derrotados. Essa derrota de que ele fala serve só para a burguesia ucraniana e europeísta.

  2. Debates Eleitorais 2026: Luís Marques Mendes V.S. João Cortim de Figueiredo

    Era para falar sobre a greve geral. Passaram 10 minutos a falar de coisas sem interesse para os eleitores, maioria trabalhadores. Também porque o moderador deixou. Foi forma de os dois escaparem de falar como estão do lado dos patrões por menos tempo.

    «Eu sou o candidato que mais naturalmente, desde que entrou na vida politica fala de crescimento economico.»

    Disse o Figueiredo, porque nós sabemos quem ganha com o crescimento económico, é só quem já tem capital.

    «Uma clarificação sobre isto Luís Marques Mendes: Que jovem seria este? Seria escolhido por si?»

    «Claro!». Então ele vai escolher um jovem que consegue representar a maioria dos jovens. Quero ver. Alguém da JSD.

    «Quais é que são os problemas atuais do mercado do trabalho que estas alterações à lei vão resolver?»

    Mendes não disse nada de jeito já que é muito cedo para dizer isso.

    Para Figueiredo, ele promulgava, porque não é só pela flexibilidade da exploração, mas também porque tem pena das empresas.

    A luta não é só em Portugal:

    • França: 2 de dezembro, greve contra cortes orçamentais;
    • Itália: 28 de novembro e 12 de dezembro, greve para mais salários, mais investimentos na saúde e educação pública, menos investimentos em belicismos;
    • Bélgica: 24–26 de novembro, greve contra reformas na segurança social e nas leis laborais.

    As empresas maiores podem até dar salários melhores como Figueiredo disse, mas são os que mais exploram também. Nunca viste um trabalhador da Oracle, Tesla, na lista dos mais ricos do mundo junto com os patrões.

    Para Figueiredo, a solução para os pobres que não têm poder na economia é o crescimento económico (?) já que 0 é o elemento absorvente da multiplicação no conjunto dos números reais.

    Ele queria facilitar a acumulação de riqueza e por isso aumento das desigualdades financeiras.

    «Um jovem qualificado que começa a trabalhar, galga escalões do IRS em 3 ou 4 anos. Chega ao último escalão num instantinho»

    (?) De que jovem é que este gajo está a falar? Não é a maioria dos jovens em Portugal que vivem na precariedade.

    «Perda de receita fiscal não é perda de receita do estado. É mais dinheiro no bolso das pessoas.»

    E a mais-valia que os patrões roubam aos trabalhadores, e que não vai para o bolso das pessoas?

    Mendes concorda com o crescimento económico sendo parte da solução.