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Publicações – 14 de dezembro de 2025

  1. Debates Eleitorais 2026: Jorge Pinto V.S. André Ventura

    É óbvio que o Ventura quer evitar a revolta do povo (greve). Porque a revolução é realmente antissistema, e Ventura é sistema.

    «… procurando garantir que quem trabalha se sente valorizado, porque hoje em dia, na verdade, a pessoas que trabalham sentem que não são valorizadas e que estão a sustentar os que não querem trabalhar.»

    1. Sentem-se desvalorizadas porque o são, transformados em mercadoria;
    2. Quem não trabalha são os patrões sustentados pelos trabalhadores.

    «Estávamos a criar uma lei que nem para as empresas interessava.»

    Se não ajuda os trabalhadores, ajuda as empresas.

    O Ventura adapta-se para tentar agradar todos.

    A competição no capitalismo não ajuda os trabalhadores.

    «O senhor quer uma economia em que uns, que trabalham, […], estejam a sustentar, aqueles que o senhor gosta, que é os que não fazem nada, os que vivem à conta do estado, os que querem os rendimentos básicos incondicionais, a tralha que não interessa para nada, e que os senhores querem sustentar.»

    Isso estão os dois de acordo então. Querem uma economia em que o proletariado sustenta a burguesia, a tralha que não interessa para nada. Apenas querem isso de forma diferente.

    São os dois sistema.

    «É evidente que a nossa constituição tem a atribuição ideal dos poderes.»

    E depois, Pinto ainda diz que a constituição é boa para o país e que serve o nosso país. A separação de poderes que centra o poder no parlamento burguês, com deputados que nem são todos os que serão afetados pela legislação que conseguem ou votam neles. Realmente serve e é bom para o país burguês, mas não para os trabalhadores internacionalistas.

    Dois terços dos assentos do parlamento não representa a dois terços dos eleitores. Várias pessoas abstêm-se, entre outros fatores.

    «Eu amo os portugueses como ninguém.»

    Alguém que lhe pergunte quem são os portugueses.

    Se o Ventura é “reprimido” por ser sistema. Imagina agora os reais antissistema (trabalhadores) que não têm condições para se defenderem dos opressores.

    O Ventura não é coitadinho.

    Não mete bandeiras LGBT, símbolo da resistência contra a violência de género, nem bandeiras da Palestina, símbolo da resistência anticolonial. Prefere a bandeira do país que suporta o colonizador (que tem história de colonizador também).

    Ventura usa a transfobia para defender os seus atos xenófobos que fizeram com que uma criança perdesse dois dedos.

    Tenta fazer com que a saída da NATO seja pior do que uma criança que perdeu dois dedos pela xenofobia.